
Sai hoje a autorização do Parque Tecnológico
A TARDE – 17/06/2008
Editoria: ECONOMIA – PÁG 13
THAIS ROCHA
trocha@grupoatarde.com.br

O governador Jaques Wagner assina hoje a autorização para o início das obras do Parque Tecnológico Tecnovia, em Salvador.
Há, pelo menos, quatro anos em concepção na Secretaria de Ciência e Tecnologia, o projeto deve fazer da capital baiana um pólo de pesquisa, produção de tecnologia e atração de investimentos nas áreas de energia, biotecnologia e tecnologia da informação e comunicação. “A atração de investimentos é indireta e a longo prazo, portanto, é difícil fazer uma perspectiva de quanto este centro pode trazer em investimentos à Bahia”, afirmou o secretário da Ciência e Tecnologia do Estado, Ildes Ferreira .
O Tecnovia é um investimento público de aproximadamente R$ 40 milhões. Mas, de acordo com o coordenador técnico do projeto Horácio Hastenreiter, se contabilizados os investimentos privados, este valor sobe para “algumas dezenas de milhões de reais”. Nesta primeira etapa, que prevê a infra-estrutura viária e de redes de energia, água, esgoto e telecomunicações, estão aplicados R$ 9,7 milhões. A previsão de conclusão é de 10 meses.
Serão utilizados, ainda, R$ 27 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia, além da contrapartida de R$ 3 milhões do governo baiano para a construção de edificações, como o Virtuarium, um prédio cônico com possibilidade de apresentações em 360 graus.
O secretário Ildes Ferreira prefere não revelar nomes, mas afirma que já tem confirmada a presenças de pelo menos cinco empresas no novo Tecnovia. Outras tantas, segundo ele, ainda estão em fase de negociação.
Uma delas é a IBM, multinacional que recentemente abriu uma unidade para a geração de tecnologia da informação na Bahia.
Entre as instituições confirmadas estão a Fiocruz e empresas associadas à Unido, unidade da Organização das Nações Unidas (ONU) na área de biotecnologia.
O secretário também não confirma, mas especialistas dão como certa a instalação de uma unidade do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (Cenpes) da Petrobrás, como uma das empresas âncora do novo Parque Tecnológico em Salvador.
O economista Rafael Luchesi coordenou os primeiros estudos sobre a implantação do Tecnovia.
Ex-secretário da Ciência e Tecnologia do Estado, ele afirma que não tem conhecimento de um projeto de implantação de parque tecnológico no Brasil que tenha tramitado tão rápido desde sua concepção até o início das obras como na Bahia. “É claro que o alinhamento político entre o governo do Estado e o governo federal foi positivo para a acelerar esta tramitação, mas este é um projeto que teve início no governo passado e que deve continuar no próximo, não é um projeto governamental, é um projeto de Estado”, definiu.
O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Armando Neto, participou da idealização do Parque Tecnológico da Bahia e destaca o pioneirismo do Estado.
“No Brasil, há muitos parques em projeto, mas com o porte e a ousadia do nosso, não conheço nenhum em operação”, disse. De acordo com ele, o Parque Tecnológico de Pernambuco é um exemplo em escala menor, e há, também, algumas incubadoras, mas nada que se compare a este projeto na Bahia.
Bom, se vai dar certo eu não sei mas vão tentar.

Em tempo! Magali pergunta se Cebolinha gosta de comer Acelga…
Sempre é bom ouvir.
Todo dia, às 18:00h na rádio e a qualquer momento no Youtube.
No futuro, além de lavar teremos que passar ferro no carro. Vejam o Gina.

Em cada geração surgem nomes marcantes na política, no esporte, na arte.
Eu citaria Wagner Moura como uma referência. Ele demonstra muito talento e dignidade no que faz.
A mais de 10 anos eu assisti uma peça encenada pela ótima atriz Nadja Turenko e, pelo então pouco conhecido Wagner Moura. A peça era Abismo de Rosas. Dali eu sai com a certeza que nos palcos baianos existem gênios da dramaturgia.
Em comunidado aberto a imprensa Wagner critica o programa Pânico que o forçou a participar de um dos seus quadros da maneira mais cretina possível. Segue o comunicado:
Wagner vs Pânico
29/05 por Redação
RG leu na Globo.com uma carta aberta do ator Wagner Moura que vale a pena ler. Ela fala por si:
“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.
” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice “
O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.
” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência “
Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.
No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?”
Fonte: http://rgvogue.ig.com.br/gossip/2008/05/29/wagner_vs_panico_1331628.html?codsit=9103&codparext=57
Sou brasileiro, adoro F1, mas não acho que o nosso compatriaota Zacarias, digo, Felipe Massa vai lavar a taça do campeonato no fim do ano. Quem vai levar é o bebum do Raikkonen.

A Globo está fazendo o maior Oba-Oba em cima da recuperação de Massa mas eu não sou robô para comer pilha.
Tenho dito! Final do ano a gente confirma.
Ganhei da minha operadora de telefonia um presentinho.
Um Sony Ericsson W580i modelo Alckimin… digo um Walkman!

Muito bem, lembrei-me do primeiro celular de tela colorida que chegou no Brasil. Era também um Sony Ericsson. Na época “investi” 700 pilas no bicho. Super novidade na época. Bobagem!


